Bancos de dados – encontrar artigos brasileiros de psicologia

Como encontrar artigos brasileiros em psicologia?

Olá pessoal!

Abaixo segue uma lista de bancos de dados dos principais periódicos de publicações brasileiras em psicologia. Quer algumas dicas de como encontrar artigos científicos em psicologia ou como fazer buscas nos bancos de dados? Clique aqui e veja como utilizar operadores de buscas e outras dicas!

E se tu está desenvolvendo uma pesquisa em psicologia, não esqueça de entrar em contato: raelpsicologo@gmail.com

LILACS – Literatura Latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde

DESCRIÇÃO: Oferece acesso a base de dados da Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde (LILACS) que é uma base cooperativa do Sistema BIREME que compreende a literatura relativa às Ciências da Saúde, publicada nos países da região, a partir de 1982. Indexa artigos de cerca de 1.300 revistas, teses, capítulos de teses, livros, capítulos de livros, anais de congressos e conferências, relatórios técnico-científicos e publicações governamentais. Inclui referências com resumos e seu acesso é gratuito.

DESCRIÇÃO: Reúne uma coleção de revistas científicas em Psicologia e áreas afins. É fruto da parceria entre a Biblioteca Virtual em Saúde – Psicologia (BVS-Psi) e a Associação Brasileira de Editores Científicos de Psicologia – ABECiP. Tem como meta ampliar o acesso à produção científica em Psicologia e áreas afins através da publicação de periódicos em formato eletrônico e sua disponibilização gratuita na Internet. Para a estruturação desta coleção o PEPsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia) conta com a parceria do Centro Latino Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde – BIREME , que cedeu a metodologia – Scientific Electronic Library Online (SciELO) – modelo de publicação eletrônica de periódicos para países em desenvolvimento.

Link: http://www.psi.bvs.br/php/index.php

SciELO – Scientific Electronic Library Online

DESCRIÇÃO: Biblioteca eletrônica que fornece acesso a textos completos de uma coleção selecionada de periódicos científicos brasileiros em diferentes áreas do conhecimento. É o resultado de um projeto de pesquisa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), em parceria com o Centro Latino-Americano e do Caribe de Informação em Ciências da Saúde (BIREME) e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Acesso aberto.

Link: http://www.scielo.org/php/index.php

PSICODOC

DESCRIÇÃO: Disponibiliza trabalhos publicados em revistas, congressos e livros editados na Espanha, Portugal e na América Latina desde 1975 até o presente. Acesso aberto para parte da base e restrito para a base completa.

Link: http://www.psicodoc.org/pt/home.htm

 

Procurou nestes bancos de dados e não encontrou o que queria? Procure no Portal de Periódicos da CAPES:

Portal de Periódicos da CAPES

DESCRIÇÃO: O Portal de Periódicos, da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), é uma biblioteca virtual que reúne e disponibiliza a instituições de ensino e pesquisa no Brasil o melhor da produção científica internacional. Ele conta com um acervo de mais de 38 mil títulos com texto completo, 134 bases referenciais, 11 bases dedicadas exclusivamente a patentes, além de livros, enciclopédias e obras de referência, normas técnicas, estatísticas e conteúdo audiovisual.

Link: http://www.periodicos.capes.gov.br/

 

Um abraço e boas pesquisas!

Anúncios

Pergunta – “Será que eu estudo o suficiente?”

Oi pessoal!!

 

Hoje  responde uma pergunta enviada pelo formulário do site que é muuuito frequente. Tenho certeza que muitos irão se identificar:

Olá, eu não sei direito se isso é uma pergunta que você pode responder, mas eu decidi falar porque essa sensação ruim está aumentando a medida que o vestibular está chegando. Eu tenho a sensação de que eu nunca estudo o suficiente. Parece que eu estudo um monte mas, quando eu termino, é como se eu tivesse que fazer mais pois ainda não aprendi a matéria. Tem algum jeito de a gente ficar satisfeito com a quantidade que estudamos? Obrigada pela resposta. Eu acho muito legal o seu trabalho!”

Colega, obrigado pelo reconhecimento e pela pergunta!

Vocês podem conferir minha resposta aqui:

 

bnr palestra domingo 13h30

 

E aí, contribuiu para ti? Espero que sim!

Escreva sua pergunta aqui.

 

Um abraço e até a próxima!

Rael Mello

Pergunta – “Gostaria de saber se é normal chegar nessa época do ano e as coisas começarem a desandar.”

Olá pessoal,

hoje responderei uma pergunta muito frequente na vida da maioria dos vestibulandos.

 

“Oi Rael, eu tenho uma pergunta. Gostaria de saber se é normal chegar nessa época do ano e as coisas começarem a desandar. Começo a ficar com meu emocional muito instável, muitas vezes penso que não vou conseguir passar, e parece que não estou estudando o suficiente.

Enfim, é normal as coisas começarem a ficar caóticas a quando o vestibular vai se aproximando? Parece que é só comigo, parece que todo mundo está indo muito bem e estudando melhor que eu.

Muito obrigada pela ajuda!”

 

Envie sua pergunta clicando aqui.

Curta no facebook Rael Psicólogo

Pergunta: “O que eu faço para melhorar meu rendimento nos estudos?”

“Quando estou estudando perco a atenção facilmente com qualquer coisa e acabo tendo que ler várias vezes para poder entender. O que eu faço para melhorar meu rendimento nos estudos?”

 

Olá!

Muito obrigado por sua pergunta.

 

Existem milhares de formas para se melhorar o rendimento nos estudos, e cada pessoa se adapta a uma forma. Esse é o primeiro passo para se ter um bom rendimento: saber como você funciona melhor. (Eu escrevi um texto sobre as constantes dispersões que costuma assaltar os estudos dos alunos, confira aqui)

A partir disso, um fator importantíssimo também, ou até mesmo fundamental, é a constância no rendimento. É normal, principalmente a medida que a prova se aproxima, que o rendimento comece a oscilar: seguia-se um ritmo de estudos, pensa-se que devemos duplicar ou triplicar esse ritmo (daí o rendimento aumenta), o esgotamento, cansaço e dispersão naturais aparecem (o rendimento cai), e assim um ciclo irregular se instaura.

ponta lapis

Botar no papel: ir além da reflexão sobre nossas atitudes e colocá-las no papel é uma forma muito eficiente de nos tornar consciente do que está indo bem ou não.

Sim, o ritmo tende a aumentar a medida que o vestibular vai ficando mais perto, a pegada ficar mais intensa, porém esse aumento deve ser adequado para o seu funcionamento. Daí retornamos para o começo da conversa: veja o que é melhor para você.

Um sugestão para isso: experimente dividir a forma do teu estudo, isso facilita identificar o que está indo bem ou não.

Por exemplo:

  • Leitura de livros
  • Leitura de revistas
  • Fazer exercícios da apostila
  • Fazer resumo das aulas
  • Assistir aulas

E etc.

 

Depois atribua uma nota (não se preocupe de ela completamente subjetiva) para cada item, respondendo a pergunta: de 1 a 10, como eu avalio o meu rendimento, o quanto eu aprendo, se o cansaço e o desgaste neste item está compensando?

Em seguida, volte sua atenção para os itens que receberam notas mais baixas e explore possibilidades de aumentar seu potencial.

Mais um exemplo:

  • Assistir aula: nota 5 (“Acho que não tenho um rendimento muito bom nas aulas”)
  • Formas que posso assistir as aulas:
    • Não fazendo anotações
    • Fazendo anotações na apostila
    • Fazendo anotações no caderno
    • Escrevendo resumo e fazendo exercícios durante a aula

Isso pode ajudar pois esclarece muitas coisas “óbvias” que usualmente deixamos passar e nem sequer questionamos.

Lembre-se: essa questão da nota é completamente subjetiva mesmo. Se o rendimento não está como se deseja, este tipo de técnicas é praticada com o acompanhamento de um profissional. E assim como está, existem inúmeras outras formas.

Claro que cada um tem uma forma de estudar que lhe é mais eficiente. Mas deixar para esclarecer as dúvidas dias antes da prova é algo que não ajuda ninguém.

Claro que cada um tem uma forma de estudar que lhe é mais eficiente. Mas deixar para esclarecer as dúvidas dias antes da prova é algo que não ajuda ninguém.

 

 

 

 

Fato é que não existe receita, por isso cada um deve descobrir o seu próprio caminho.

Desejo que encontre o seu e siga bem!

 

Um grande abraço e bom aprendizado 🙂

Rael Dill de Mello

 

 

Você também pode enviar sua pergunta anônima, basta clicar aqui.

grupo ansiedade e vestibular

Pergunta – “Sou caloura e não estou gostando nenhum pouco do meu curso…”

Uma leitora pergunta:

“Olá Rael, tudo bem?
Antes de escrever minha queixa/dúvida, quero agradecer sua atenção! Obrigada!
Agora vamos ao que interessa…
Sou caloura do curso de Gestão da Informação na UFPR e não estou gostando nenhum pouco do meu curso. Semestre passado eu sempre fazia as atividades solicitadas, agora no 2° semestre eu estou odiando o curso, ele tem muitas exatas e eu NUNCA gostei de exatas, sempre fui da área de humanas.
Esse ano pretendo prestar vestibular para o curso de Psicologia, pois sempre me disseram que eu levo jeito… ai eu te pergunto “Como é um psicólogo?”, por que você escolheu essa profissão?
Fez na UFPR? A pessoa que pretende cursar psicologia deve gostar de Filosofia? E falando em filosofia, como ela é cobrada ao longo do curso? E como devo estudar para prova específica de filosofia na 2° fase?

Peço desculpas por te encher de perguntas.
Muito obrigada pela atenção.

 

 

Olá,

primeiramente, eu que fico grato por tuas perguntas!

 

Vamos lá.

Eu decidi fazer psicologia por uma série de fatores. Não fiz na federal pois devido a incompatibilidade dos meus horários. Eu também estava descontente com meu atual curso (Ciências Sociais na UFPR), e procurava um curso que mantivesse o seu foco no comportamento humano de forma prática. Pesquise um pouco sobre o curso e confesso que tive influência pesada de um grande amigo meu, também psicólogo, Leandro Kühl.

Não poderia ter feito escolha melhor: estou completamente realizado com o que faço, amo meus atendimentos em consultório, palestras que ministro e trabalhos e os trabalhos com grupos que promovo. Os temas que mais me interessam são a ansiedade de prova e os estudos para aumentar o rendimento de aprendizagem.

Responder como é e o que faz um psicólogo seria grande pretensão. Além das práticas convencionais, como a tradicional psicoterapia e a atuação no âmbito escolar, organizacional e clínico, a psicologia está cada vez mais se capilarizando em diversas áreas: marketing, meio ambiente, vendas e nas áreas da tecnologia.

Psicologia: psykhé, "psique", "alma", "mente" e λόγος, lógos, "palavra", "razão" ou "estudo".

Psicologia: psykhé, “psique”, “alma”, “mente” e λόγος, lógos, “palavra”, “razão” ou “estudo”.

Estes links vão te esclarecer um pouco mais sobre as possibilidades que o psicólogo tem:

http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/saude/psicologia-688166.shtml

http://www.institutocrescer.com/2013/02/entenda-o-que-e-um-psicologo-e-como-ele.html

http://scienceblogs.com.br/socialmente/2012/10/voce-leva-jeito-para-psicologia/

 

Quanto ao curso da UFPR, eu não poderia te passar informações precisas, porém entre em contato com o pessoal do centro acadêmico de lá (no facebook: https://www.facebook.com/capufpr) e envie uma mensagem. Já falei com eles e estão aguardando o teu contato!

 

Todos alunos e professores que conheço da UFPR são super bacanas e penso que estarão muito dispostos a esclarecer tuas dúvidas.

 

Quanto as avaliações de filosofia da segunda fase, a forma de estudar que penso ser mais adequada é ler e refletir sobre as obras que serão cobradas (Aristóteles, Habermas e Thomas Kuhn – http://www.nc.ufpr.br/concursos_institucionais/ufpr/ps2015/filosofia.htm).

É realmente uma prova puxada, que exige bastante do aluno, pois são livros com conteúdos densos e recheados de conceitos bem complexos. É ler, ler, praticar a escrita, ler e ler.

 

Tudo bem?

Espero ter esclarecido!

 

Um grande abraço e boa sorte (talvez) futura colega de profissão!

Rael Dill de Mello

raelpsicologo@gmail.com

 

Você também pode enviar sua pergunta anônima, basta clicar aqui.

grupo ansiedade e vestibular

 

Pergunta do aluno – O que fazer quando bate aquele desânimo total?

Um leitor pergunta: “O que fazer quando bate aquele desânimo total?

 

Olá,

o primeiro passo é saber que é normal sentir um desânimo de vez em quando, principalmente durante um período longo de stress como é o ano de preparação para o vestibular.

Assim como ele pode ter uma série de origens claras, como, por exemplo, o receio de fazer a escolha do curso errado,inseguo medo de não passar, problemas pessoais, também esse desânimo pode ser completamente irracional: simplesmente não se sabe porquê.

Essa sensação pode deixar de ser “normal” quando ele fica muuuito frequente e começa a trazer prejuízos reais no rendimento dos estudos e nas relações.

Podemos entender que esse desânimo (desde que não configure um caso de depressão, que onde se deve procurar um especialista) como uma válvula de escape automática que a mente tem de aliviar a tensão. Considerando que todo o desgaste para a preparação visa uma recompensa a longo prazo (que é passar na prova), esse mecanismo é ativado tenta encontrar uma recompensa mais objetiva e a curto prazo, funcionando como um “Ei, para quê mesmo você está fazendo tudo isso?”.

Quer dizer, o objetivo parece muito distante e abstrato, então é natural se perguntar o por quê disso e, mais natural ainda, ficar triste e desanimada ao pensar que tudo isso pode não levar a nada.

 

Posto isso, aqui vão algumas dicas que podem te ajudar a reagir perante esses momentos de desânimo:

  • Alivie a tensão: tenha momentos para se divertir e quebrar a rotina intensa de preparação são fundamentais para que a sua cabeça se distraí nos momentos onde esse desânimo só atrapalha;
  • Se relacione: procure manter amizades e pessoas com quem você pode conversar sobre as coisas que quiser. Isso ajuda a botar os pensamentos em ordem;
  • Dê espaço para estes momentos: nem sempre se distanciar dos sentimentos é a melhor saída; penso que há momentos devemos respeitar nossas emoções. Isso significa que as vezes (as vezes, não sempre), se você sente um desânimo, bem, talvez seja um bom momento para ficar mais introspectivo, ver um filme ou tirar uma soneca.

 

Esses desânimos são muito frequentes, mais do que imaginamos. Por isso, quando ele bate a porta, você deve pensar se é o momento de deixa-lo entrar ou fazer outra coisa para se distrair.

 

Espero ter esclarecido!

Um grande abraço e boa sorte,

Rael Dill de Mello

raelpsicologo@gmail.com

 

Você também pode enviar sua pergunta anônima, basta clicar aqui.

grupo ansiedade e vestibular